Plano de Aula: Onomatopeias e criação de sons divertidos – 1º ano

Tema da Aula

Onomatopeias e criação de sons divertidos

Etapa de Ensino

1º ano

Disciplina

Arte

Habilidades da BNCC

  • EF15AR17: Experimentar improvisações, composições e sonorização de histórias, entre outros, utilizando vozes, sons corporais e/ou instrumentos musicais convencionais ou não convencionais, de modo individual, coletivo e colaborativo.

Objetivo

Desenvolver a percepção sonora e a criatividade dos alunos por meio da identificação e criação de onomatopeias, explorando sons corporais e vocais para a sonorização de histórias, favorecendo a expressão artística e o trabalho colaborativo.

Metodologia

A aula será conduzida com uma introdução lúdica utilizando leitura e escuta de pequenos textos e histórias com onomatopeias, seguida de atividades práticas em grupo para experimentação de sons corporais e vocais. O professor orientará a criação coletiva de sons para sonorizar uma história simples do livro didático, estimulando a participação ativa e o diálogo. Ao final, haverá registro escrito e oral das onomatopeias criadas, consolidando o aprendizado com exercícios escritos e análise dos sons produzidos.

Materiais

  • Livro didático de Arte com histórias que contenham onomatopeias
  • Cartolina ou folha para registro coletivo
  • Lápis de cor e canetinhas
  • Gravador de áudio ou celular para registrar sons (opcional)
  • Instrumentos musicais não convencionais (opcional)

Desenvolvimento Passo a Passo

  • Introdução ao tema: Apresente uma história curta do livro didático que contenha onomatopeias (exemplo: “tic-tac”, “tum-tum”). Leia em voz alta, destacando os sons e perguntando aos alunos se conhecem outros sons parecidos.
  • Exploração do conteúdo: Explique o que são onomatopeias e mostre exemplos visuais no livro. Proponha que os alunos escutem e reproduzam os sons corporais (batidas, estalos) e vocais (imitações) relacionados às onomatopeias da história. Em pequenos grupos, incentivem a criação de novos sons para personagens e ações da narrativa.
  • Atividade de aprendizagem: Cada grupo escolhe uma parte da história para criar uma sequência de sons usando voz e corpo. Depois, apresentam para a turma, que tenta identificar as onomatopeias criadas. O professor auxilia na organização das ideias e registra as onomatopeias no quadro ou cartolina.
  • Atividade de consolidação: Proponha uma pequena produção escrita onde cada aluno escolhe uma onomatopeia criada e escreve uma frase simples que a contenha, utilizando o livro didático para apoio. Em seguida, realizam uma breve leitura em voz alta, reforçando a relação entre som, palavra e sentido.
  • Encerramento: Retome as onomatopeias trabalhadas, perguntando o que os alunos aprenderam sobre sons e criação em Arte. Finalize com uma breve reflexão oral sobre como os sons ajudam a contar histórias e convidando-os a ouvir os sons do cotidiano com atenção.

Avaliação

O professor observará a participação ativa dos alunos durante as atividades práticas e coletivas, a compreensão demonstrada na identificação e uso das onomatopeias, a criatividade na criação dos sons e a organização das frases escritas. A avaliação será contínua, considerando a colaboração, o envolvimento nas discussões e a capacidade de relacionar som e palavra na produção escrita e oral.

Adaptações para Diferentes Ritmos

Estudantes com maior dificuldade: O professor fará mediação individual ou em pequenos grupos, usando exemplos mais simples e concretos, repetindo a leitura da história e auxiliando na pronúncia e escrita das onomatopeias. Atividades orais e gestuais serão priorizadas para facilitar a compreensão.

Estudantes no ritmo esperado: Manterão a participação nas atividades coletivas, contribuindo com sons e frases, e realizando as produções escritas com apoio do livro didático. Estimular a troca de ideias e a escuta atenta durante as apresentações dos colegas.

Estudantes mais avançados: Será proposto o desafio de criar onomatopeias para sons do cotidiano não abordados na aula, além de sugerir pequenas composições sonoras em grupo para enriquecer a sonorização da história, incentivando maior autonomia e reflexão sobre a função dos sons nas narrativas.