Tema da Aula
Números em jogos, brincadeiras e situações do dia a dia
Etapa de Ensino
1º ano
Disciplina
Matemática
Habilidades da BNCC
- EF01MA01: Utilizar números naturais como indicador de quantidade ou de ordem em diferentes situações cotidianas e reconhecer situações em que os números não indicam contagem nem ordem, mas sim código de identificação.
- EF01MA08: Resolver e elaborar problemas de adição e de subtração, envolvendo números de até dois algarismos, com os significados de juntar, acrescentar, separar e retirar, com o suporte de imagens e/ou material manipulável, utilizando estratégias e formas de registro pessoais.
Objetivo
Desenvolver a compreensão e o uso dos números naturais em contextos reais, por meio de jogos, brincadeiras e situações cotidianas, promovendo a resolução de problemas simples de adição e subtração com apoio de recursos visuais e materiais concretos.
Metodologia
A aula será conduzida de forma lúdica e participativa, iniciando com exemplos práticos que conectam os números ao cotidiano dos alunos. Utilizaremos jogos e brincadeiras para contextualizar a contagem e a ordem dos números, além de exercícios escritos com apoio do livro didático. As atividades mesclarão material manipulável e registros pessoais para favorecer a fixação do conteúdo, sempre com mediação do professor para esclarecer dúvidas e estimular o raciocínio.
Materiais
- Livro didático de Matemática
- Cartelas de números (de 0 a 20)
- Materiais manipuláveis: palitos, tampinhas, blocos lógicos
- Fichas com situações do dia a dia ilustradas
- Quadro branco e canetas coloridas
- Folhas para registro escrito
Desenvolvimento Passo a Passo
- Introdução ao tema: iniciar mostrando imagens de jogos e brincadeiras cotidianas que envolvem números (ex: contar passos, pontos em jogos, números em placas). Propor perguntas como: “Para que servem esses números?” “Eles sempre indicam quantidade?” Estimular a observação e o reconhecimento dos usos dos números.
- Exploração do conteúdo: apresentar situações do livro didático que envolvam números como quantidade e ordem, bem como números usados como códigos (ex: números em camisas, placas). Utilizar cartelas para formar sequências numéricas e explicar os conceitos de juntar, acrescentar, separar e retirar com exemplos concretos usando materiais manipuláveis.
- Atividade de aprendizagem: em duplas, realizar jogo de tabuleiro simples onde cada avanço depende da soma ou subtração de dados coletados (ex: “jogue o dado, some ou tire o número indicado”). Os alunos devem anotar em folha as operações realizadas e o resultado. O professor circula auxiliando e incentivando a explicação dos raciocínios.
- Atividade de consolidação: propor pequenos problemas escritos baseados em situações reais, como “Se eu tenho 12 tampinhas e dou 4 para meu amigo, com quantas fico?” ou “Juntei 7 palitos com mais 5. Quantos tenho agora?” Os alunos resolvem individualmente com apoio de desenhos ou material manipulável e registram as respostas no caderno.
- Encerramento: reunir a turma para discutir as soluções encontradas, reforçar os conceitos trabalhados e esclarecer dúvidas. Solicitar que cada aluno explique uma operação realizada durante as atividades, fortalecendo a verbalização e a compreensão dos números em contextos reais.
Avaliação
O professor deve observar a participação ativa nas atividades, a correta identificação dos usos dos números em diferentes contextos, a aplicação adequada das operações de adição e subtração, e o desenvolvimento do registro pessoal das soluções. A avaliação será formativa, acompanhando o raciocínio dos alunos durante os jogos, a clareza das explicações orais e a precisão dos exercícios escritos.
Adaptações para Diferentes Ritmos
Estudantes com maior dificuldade: oferecer apoio individual com uso intensivo de material manipulável, repetir as explicações com exemplos mais simples e concretos, utilizar desenhos orientados para auxiliar na resolução dos problemas e propor atividades em pares para estímulo colaborativo.
Estudantes no ritmo esperado: incentivar a autonomia na resolução dos exercícios, promover a participação nas discussões e estimular o registro pessoal dos cálculos, respeitando o tempo individual e propondo desafios adequados para manter o engajamento.
Estudantes mais avançados: propor problemas que envolvam pequenas sequências de operações, incentivar a elaboração de desafios próprios para os colegas e estimular a análise de situações em que os números funcionem como códigos ou indicadores diferentes da contagem, aprofundando a compreensão do uso dos números.









