Tema da Aula
Ciranda cirandinha com movimentos corporais
Etapa de Ensino
2º ano
Disciplina
Educação física
Habilidades da BNCC
- EF12EF11: Experimentar e fruir diferentes danças do contexto comunitário e regional (rodas cantadas, brincadeiras rítmicas e expressivas), e recriá-las, respeitando as diferenças individuais e de desempenho corporal.
Objetivo
Desenvolver a coordenação motora, ritmo e socialização por meio da ciranda cirandinha, estimulando a expressão corporal e o respeito às diferenças individuais na execução dos movimentos.
Metodologia
A aula será conduzida com uma breve apresentação oral da ciranda cirandinha, seguida da escuta atenta da música e da observação dos movimentos realizados pelo professor. Em seguida, os alunos serão convidados a participar da roda cantada, experimentando os gestos e passos acompanhando o ritmo. Haverá momentos de pausa para interpretação e reflexão sobre os movimentos, incentivando o diálogo sobre a importância do respeito e da cooperação. Para consolidar, os alunos farão registros escritos simples, descrevendo suas percepções e aprendizados, utilizando o livro didático como referência para reforço dos conceitos trabalhados.
Materiais
- Aparelho de som com a música “Ciranda Cirandinha”
- Livro didático de Educação Física
- Folhas e lápis para registros escritos
- Espaço amplo para formação da roda
Desenvolvimento Passo a Passo
- Introdução ao tema: Apresentar a música “Ciranda Cirandinha”, perguntando aos alunos se conhecem a brincadeira e o que sabem sobre ela. Ler em voz alta um pequeno texto do livro didático que descreve a ciranda e sua importância cultural.
- Exploração do conteúdo: Demonstrar os movimentos básicos da ciranda, como andar em círculo, segurar as mãos dos colegas e executar gestos simples (bater palmas, bater pés). Em seguida, formar a roda com os alunos e cantar juntos a música, orientando para que acompanhem os movimentos demonstrados. Durante a atividade, observar e corrigir posturas, incentivando o respeito ao espaço do colega e à variação individual dos movimentos.
- Atividade de aprendizagem: Dividir a turma em pequenos grupos para que cada grupo crie uma pequena variação de movimento para a ciranda, considerando suas habilidades e preferências. Cada grupo apresentará sua variação para a turma, explicando as escolhas feitas. Registrar no caderno, com auxílio do livro didático, os passos e movimentos criados.
- Atividade de consolidação: Propor um exercício escrito com perguntas simples para que os alunos respondam sobre a experiência da atividade: “Como você se sentiu ao participar da ciranda?”, “Quais movimentos foram mais fáceis ou difíceis?”, “Por que é importante respeitar os colegas durante a dança?”. Registrar as respostas para reflexão futura.
- Encerramento: Reunir os alunos para uma breve conversa final, retomando os pontos principais da aula: a importância da música, dos movimentos corporais e do respeito mútuo. Finalizar com uma última execução da ciranda, incentivando a participação alegre e consciente.
Avaliação
Observar a participação ativa dos alunos durante a roda, a capacidade de acompanhar o ritmo e os movimentos propostos, bem como o envolvimento na criação da variação dos passos. Avaliar os registros escritos quanto à compreensão do conteúdo e a reflexão sobre a experiência corporal e social. Registrar a postura colaborativa, o respeito às diferenças e a expressão corporal demonstrada ao longo da aula.
Adaptações para Diferentes Ritmos
Estudantes com maior dificuldade: Oferecer demonstrações mais lentas e repetidas dos movimentos, realizar a atividade em dupla para apoio, utilizar instruções visuais e verbais claras, além de promover pausas frequentes para esclarecimento de dúvidas e reforço positivo.
Estudantes no ritmo esperado: Incentivar a participação autônoma e a colaboração com os colegas na formação da roda, estimulando a experimentação dos movimentos e o envolvimento nas criações dos grupos com autonomia e interesse.
Estudantes mais avançados: Propor reflexões adicionais sobre as origens da ciranda e suas variações regionais, sugerir que elaborem sequências coreográficas mais complexas e que expliquem a importância cultural da dança, ampliando o debate e a análise do tema.









