Tema da Aula
Dança das cadeiras cooperativa
Etapa de Ensino
2º ano
Disciplina
Educação física
Habilidades da BNCC
- EF12EF01: Experimentar, fruir e recriar diferentes brincadeiras e jogos da cultura popular presentes no contexto comunitário e regional, reconhecendo e respeitando as diferenças individuais de desempenho dos colegas.
Objetivo
Proporcionar a vivência da dança das cadeiras de forma cooperativa, valorizando o respeito às diferenças e estimulando a participação, a socialização e a percepção corporal dos alunos do 2º ano.
Metodologia
A aula será iniciada com uma conversa breve para contextualizar a brincadeira, utilizando exemplos do cotidiano para facilitar a compreensão. Em seguida, será realizada uma demonstração da dança das cadeiras cooperativa. Os alunos participarão da atividade prática em grupos, com orientação constante do professor para garantir respeito e cooperação. Após a atividade, faremos uma roda de análise coletiva para que os alunos expressem suas percepções e registrem suas experiências em um pequeno texto no caderno, utilizando o livro didático como apoio para leitura e reflexão sobre o tema. O professor fará intervenções pontuais para consolidar o aprendizado e estimular o respeito às diferenças individuais.
Materiais
- Cadeiras suficientes para os alunos (uma a menos que o total de participantes)
- Apito ou dispositivo sonoro para marcar o ritmo da dança
- Livro didático de Educação Física para consulta e leitura
- Cadernos e lápis para registro das atividades
Desenvolvimento Passo a Passo
- Introdução ao tema: Iniciar perguntando se os alunos já conhecem a dança das cadeiras tradicional e conversar sobre o que gostam nas brincadeiras em grupo. Apresentar a proposta cooperativa da dança das cadeiras, explicando que o foco será ajudar uns aos outros para que todos participem.
- Exploração do conteúdo: Demonstrar a dinâmica da brincadeira cooperativa. Organizar as cadeiras em círculo, explicar as regras adaptadas para cooperação (ex: compartilhar espaços, buscar soluções para que ninguém fique de fora). Utilizar o livro didático para leitura de um pequeno texto sobre brincadeiras em grupo e cultura popular, estimulando a análise sobre o valor da colaboração.
- Atividade de aprendizagem: Realizar a dança das cadeiras cooperativa em grupos pequenos. Durante a atividade, o professor observa e orienta para que os alunos pratiquem o respeito, a paciência e a cooperação, ajudando colegas que tenham dificuldades em se movimentar rápido ou encontrar lugar.
- Atividade de consolidação: Após a brincadeira, propor que os alunos escrevam no caderno uma frase ou pequeno texto sobre o que aprenderam e sentiram na atividade, destacando a importância da cooperação e do respeito às diferenças. O professor pode ler alguns exemplos para a turma, promovendo uma breve reflexão coletiva.
- Encerramento: Retomar os principais pontos da aula, reforçando a ideia de que brincar juntos e respeitar o ritmo de cada um é fundamental. Perguntar o que mais gostaram e o que levarão para outras brincadeiras ou situações do dia a dia.
Avaliação
Observar a participação ativa e o envolvimento dos alunos durante a atividade prática, verificando se demonstram respeito e cooperação. Avaliar os registros escritos quanto à compreensão da importância da colaboração e do respeito às diferenças. Analisar a capacidade dos alunos em expressar suas ideias sobre a brincadeira e seu sentimento em relação à experiência coletiva, considerando o progresso individual e coletivo.
Adaptações para Diferentes Ritmos
Estudantes com maior dificuldade: Oferecer apoio individual durante a atividade prática, explicando as regras com exemplos simples, permitindo que participem em posições que respeitem seu ritmo e capacidade motora, e incentivando o uso de palavras de incentivo entre os colegas.
Estudantes no ritmo esperado: Estimular a participação ativa, propondo que auxiliem colegas e ajudem a organizar o grupo, reforçando atitudes de cooperação e liderança positiva durante a brincadeira.
Estudantes mais avançados: Propor que criem variações cooperativas da brincadeira, incentivando-os a pensar em novas regras que favoreçam o trabalho em equipe e a inclusão, além de registrar suas ideias em texto para compartilhar com a turma.









